A internet já é o canal de atendimento bancário mais utilizado, ultrapassando os terminais de autoatendimento (ATM). Segundo dados do Banco Central, em 2009, 31% das transações bancárias foram realizadas por esse canal. O BC aponta um crescimento de 64% no uso desse instrumento desde 2006.
O uso de papel moeda cresceu 12,7% em relação a 2008. A média da quantidade de papel-moeda per capita, que era de R$ 408,93 em 2008, subiu para R$ 459,94 em 2009.
A tendência de redução do uso dos cheques também continuou. Em 2009, a quantidade de cheques emitidos apresentou redução de 8,2%. Com isso, a participação foi reduzida para 9,8%, ante 13,9% em 2008.
O valor médio desse instrumento aumentou cerca de 6%, para R$ 884.
Houve desaceleração no crescimento da quantidade de cartões de crédito e débito em circulação. A média da quantidade de transações por cartão não se alterou no período. O crescimento nas transações com cartão de débito e crédito foi de cerca de 10%, inferior ao crescimento médio anual no período 2004-2008, 19% e 23%, respectivamente.
Segundo o BC, ainda há necessidade de maior eficiência no compartilhamento nas redes de atendimento automático (terminais ATM) e nas redes de captura de transações com cartão de crédito para melhor no sistema de pagamentos.
Fonte: Folha Online, 5 de julho de 2010.
Direito do Consumidor, Cível, Bancário, Securitário, Família, Constitucional e Criminal.
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"[...] nós juristas, nós os advogados, não somos os instrumentos mercenários dos interesses das partes. Temos uma alta magistratura, tão elevada quanto aos que vestem as togas, presidindo os tribunais; somos os auxiliares naturais e legais da justiça; e, pela minha parte, sempre que diante de mim se levanta uma consulta, se formula um caso jurídico, eu o encaro sempre como se fosse um magistrado a quem se propusesse resolver o direito litigiado entre partes. Por isso, não corro da responsabilidade senão quando a minha consciência a repele". - Rui Barbosa
"[...] nós juristas, nós os advogados, não somos os instrumentos mercenários dos interesses das partes. Temos uma alta magistratura, tão elevada quanto aos que vestem as togas, presidindo os tribunais; somos os auxiliares naturais e legais da justiça; e, pela minha parte, sempre que diante de mim se levanta uma consulta, se formula um caso jurídico, eu o encaro sempre como se fosse um magistrado a quem se propusesse resolver o direito litigiado entre partes. Por isso, não corro da responsabilidade senão quando a minha consciência a repele". - Rui Barbosa
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